terça-feira, 13 de abril de 2010

“Não importa a força que você bata.



É o quanto você aguenta apanhar e continuar seguindo que importa!” Balboa. Li essa frase ontem, e fiquei pensando hoje o dia inteiro, e aproveitando que não escrevo aqui no blog tem um tempinho, resolvi unir o útil ao desabafo. Pensei em vários pontos a partir dessa frase aí em cima. O primeiro que me fez pensar é sobre a necessidade que temos de nos defender, de provar que estamos sempre certos, de sair sempre por cima, de sempre ter razão. Estou mentindo? Sei que não, afinal de contas me incluo nesse pacote aí em cima, mas pensa comigo, Jesus não se defendeu, quando estava para ser crucificado, apanhando, sendo humilhado, Ele não se defendeu. Se Jesus, filho do Rei dos Reis não se defendeu de tamanha humilhação, o nos leva a estarmos sempre nos defendendo? Não precisa responder, só pense. Será que é vaidade? Orgulho? O que mais nos leva a querer estar acima dos outros? O segundo, mas não menos importante ponto que quero ressaltar nesse texto, é: o quanto conseguimos apanhar e continuar seguindo? Se vingar não é continuar seguindo, reclamar e murmurar não é seguir em frente, se deixar abater também não é. Apanhar calado não é fácil, não estou falando em agressão física não (só um adendo antes que pensem que eu sou muito maluca), estou falando dessas pancadas que a gente leva na cabeça e na cara diariamente. Que nos abatem, as vezes, nos tiram do sério, e outras ainda perturbam a paz de Espírito. Desanimam, as vezes nos desviam do foco. É esse é o ponto! O foco! Qual é o foco? Seu foco anda valendo a pena? Ou um tabefe na cabeça durante um dia ruim te deixa tão perturbado que você esquece para que veio ao mundo? A que estamos dando prioridade? À guerra ou à batalha? Lembre-se a batalha é apenas um pedacinho da guerra, sem vencer as pequenas batalhas nunca venceremos a guerra, mas se não mantivermos nosso coração no nosso fim, as pequenas batalhas acabam nos consumindo. Os olhos no alvo! Quando colocamos nosso coração no nosso foco, no nosso objetivo maior, esses tapas que levamos no meio do caminho não nos jogam para baixo, nos ensinam o quanto ainda temos a crescer! E o quanto devemos respirar fundo e aguentar o tranco até o final! Vale a pena, acredite em mim, vale muito a pena!

5 comentários:

Thalita Neves disse...

Fantástico Mari! Lindo e sincero!
Beijo!

João Roberto disse...

Muito bom mesmo! gostei muito.

Letícia Rozendo disse...

é tão difícil admitir essas coisas...

Reginaldo disse...

show!
vc é show!
seu blog é show!

show!

=D

Filipe Hagen disse...

Que isso, Mari!! Esse post foi sensacional, totalmente excelente!